O ar atmosférico tem como constituinte o vapor d’água e este tem sua importância física associada as suas características moleculares, e fisiológica, decorrente de sua dependência pelos seres vivos [OMETTO, 1981].
O vapor d’água é um constituinte variável na atmosfera, devido a isso, de vez em quando há matérias nos jornais alertando quando a Umidade Relativa do Ar está baixa, pois ela pode trazer complicações na saúde e idosos, crianças, asmáticos, etc. Além de prejuízo ambiental.
A quantidade de vapor d’água máxima é de 4% do total do volume de gases contido na nossa atmosfera terrestre e essa quantidade varia em função da temperatura do local. Então, como é medida a Umidade Relativa do Ar?
A Umidade Relativa do Ar é definida como a relação de quantidade de vapor d’água que o ambiente possui naquele momento e a quantidade máxima de vapor d’água que ele poderia ter a temperatura ambiente (aqueles 4%), ou seja, é a porcentagem de vapor d’água existente em relação ao máximo que poderia ter. Simples, não!?
O calculo pode ser feito de duas formas. Através da pressão de vapor d’água:
U.R. = Umidade Relativa;
e = tensão atual de vapor d’água em mmHg (milímetros de mercúrio);
es = tensão de saturação, ou tensão máxima, do vapor d’água em mmHg (milímetros de mercúrio).
É multiplicado por 100 para dar o valor em porcentagem.
Também pode ser calculado a partir da quantidade em gramas de vapor d’água por m3:
U.R. = Umidade atual;
U.S. = Umidade de saturação, ou umidade máxima.
A umidade atual pode ser medida por um higrômetro, e o calculo da Umidade Relativa do Ar como vimos logo acima.


















setembro 10th, 2009 as 15:26
A umidade na minha cidade é desanimante seco e seco até dizer chega… problemas respiratórios e mal estar são coisas comum no inverno…